30 mar

Belo Horizonte, a capital de Minas Gerais, foi construída como uma cidade planejada em que se destacam a arquitetura moderna em contraste com belas vistas das montanhas ao redor que formam a Serra do Curral. Conheça os pontos turísticos que devem visitados.

Mercado Central de Belo Horizonte

Com mais de 30 mil visitantes por dia, o Mercado Central é uma das paradas necessárias ao turista que deseja conhecer o cotidiano local. São mais de 450 barracas com itens diversos para a venda em pratos de comida típica, artigos de artesanato, diferentes expressões religiosas e outros elementos culturais neste espaço que há mais de 80 anos é um dos pontos de encontro da cidade.

Praça da Liberdade

Referência no nascimento de Belo Horizonte, a Praça da Liberdade se localiza no final da avenida João Pinheiro, de frente ao Palácio da Liberdade. Sua construção foi realizada no século XIV e tanto e praça quanto os oito prédios antigos (atualmente, parte do Circuito Cultural Praça da Liberdade) ao seu redor formam um bonito conjunto arquitetônico neoclássico. A praça possui coretos, repuxos, estátuas em mármore, palmeiras e um um jardim inspirado pelo tracejado do jardim do Palácio de Versalhes.

Mirante e Parque das Mangabeiras

Se encante com a beleza da cidade em um dos mirantes mais visitados do local. Inicialmente, o Mirante não era um ponto turístico, mas graças a uma rádio instalada no terreno, o espaço conquistou a fama e hoje representa uma visão única da capital. No mirante, é possível observar também a extensa área verde do Parque das Mangabeiras, um dos maiores parques da América Latina e a maior reserva da cidade, em que os visitantes podem curtir passeios e atividades culturais em mais de 2.8 milhões de m².

Igreja São Francisco De Assis

Parte do Conjunto Arquitetônico da Pampulha, a Igreja de São Francisco de Assis é um dos projetos arquitetônicos assinados por Oscar Niemeyer. Considerada um grande marco arquitetônico em sua criação, principalmente pelos experimentos realizados em concreto armado, destacando as formas da construção. Outros grandes nomes também se destacam no espaço: o artista plástico Alfredo Ceschiatti esculpiu em baixo relevo os painéis de bronze do batistério. Os jardins foram desenvolvidos por Roberto Burle Marx, Paulo Werneck concretizou o mosaico nas laterais da abóbada da nave e, por fim, Cândido Portinari compôs uma série de 14 painéis retratando a via Sacra e os paneis externos, em azul e branco, destacando a vida de São Francisco. Uma igreja puramente artística.

Palácio das Artes

Como mais de 18.000 m², o Palácio das Artes é um complexo arquitetônico dedicado a cultura, tanto em sua produção quanto difusão, sendo uma referência local. Administrado pela Fundação Clóvis Carvalho, parte do projeto, como o teatro, foi desenvolvido por Oscar Niemeyer. O espaço é composto por teatros, salas de cinema e galerias de arte, disponibilizando recursos para montagens de diversos movimentos artísticos como teatro, dança, show, ópera, com uma vasta e diversa programação.



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